Resumo da Cleide Ribeiro do artigo da Folha de São Paulo escrita por Carlos Henrique de Brito Cruz, 45, engenheiro eletrônico pelo ITA, presidente da Fapesp (Fundação da Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), tomou posse como reitor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) no dia 19 de abril de 2002 título do artigo no jornal:A universidade brasileira no século 21 Ao se ter notícia do
brasil estar entre as dez maiores economias do mundo,
uma reflexão fora feita num comparativo de que países como México e Perú que tinham Universidades no século 16 contra o Brasil que só pôde ter tal progresso no século 20, ainda que tivesse históricamente sido assim,
um avanço através de esforços na àrea educacional tanto da parte de alunos quanto seus mestres fez com que o Brasil com 4 séculos de diferença se posicionasse de forma produtiva tanto quanto aqueles países que já galgavam seus degraus acadêmicos bem antes.Homens como, Oswaldo Cruz, Santos Dumont,Carlos Chagas,se sobressaíram ao desastre deficit cultural, científico e acadêmico, simplesmente por vontade própria. Mas hoje mesmo assim, 14% dos brasileiros possuem acesso aos cursos superiores.há poucas pessoas com capacidade de produzir riquezas e gerar conhecimento neste contexto difícil de formação superior gerando uma discrepância prejudicial no que se refere à autonomia comparada aos Países desenvolvidos tais como japão, França, Alemanha e E.U.A. Com todas dificuldades, deficits e atrasos o Brasil construiu um um dos melhores panoramas de pós-graduação do Hemisfério Sul. Como o ousado Projeto Genoma, realizado por pesquisadores das universidades paulistas e coordenado pela Fapesp, os projetos da Embrapa, muito fluente na economia agropecuária, e o alto valor dos aviões da Embraer, hoje o principal item de nossa pauta de exportações. Exigentes esforços de cobranças na competência e Habilidade dentro da educação gerou uma estrutura excelente dentro do campo acadêmico. Dados como a formação de 6.000 doutores em 2001 comprova esta qualidade. Baseados nestes dados comparativos em que o Brasil se iniciou com 4 décadas de diferença e ultrapassou suas expectativas é realista vislumbrar que o País venha a desempenhar importante papel no setor acadêmico nas próximas décadas e no próximo século.
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